Como Usar o FGTS Para Começar Seu Negócio: Guia Estratégico Para Quem Quer Empreender com Segurança

Empreender é o sonho de milhões de brasileiros, mas a falta de capital inicial é uma das principais barreiras. Se você tem saldo no FGTS, existe uma alternativa inteligente e segura: usar a antecipação do saque-aniversário para tirar sua ideia do papel. Neste artigo, você vai entender como essa modalidade funciona e como utilizá-la com responsabilidade para investir no seu próprio negócio. Por Que Usar o FGTS Para Empreender? Diferente dos empréstimos tradicionais, a antecipação do FGTS tem taxas de juros mais baixas, desconto automático no saldo do fundo e não exige comprovação de renda ou análise de crédito complexa. Se você tem um plano claro, pode transformar seu FGTS em capital de giro, investimento em equipamentos, estrutura inicial ou marketing e começar seu negócio sem depender de terceiros. Como Funciona a Antecipação do FGTS A antecipação do saque-aniversário permite receber de forma adiantada até 10 parcelas futuras do saque-aniversário. O valor é liberado diretamente na sua conta, e as parcelas são debitadas automaticamente do saldo do FGTS, anualmente. Vantagens Para Empreendedores ✅ Liquidez imediata: receba o valor em menos de uma hora✅ Não compromete sua renda mensal✅ Taxas muito inferiores às de empréstimos para MEI e PJ✅ Acesso mesmo com nome negativado✅ Liberdade para aplicar onde for mais estratégico para seu negócio Exemplos Práticos de Aplicação Cuidados Essenciais Antes de Usar o FGTS Para Empreender ✔️ Tenha um plano de negócios estruturado✔️ Avalie bem o mercado e os riscos do seu segmento✔️ Não invista em algo que você não domina✔️ Use o valor com foco em retorno e evite gastos supérfluos Como a Claw Express Pode Ajudar Na Claw Express, você simula gratuitamente quanto pode antecipar e recebe o valor na conta em poucos minutos. O processo é 100% online, sem burocracia e com orientação especializada humanizada para quem quer empreender com responsabilidade. Conclusão O FGTS pode ser muito mais do que uma reserva esquecida. Ele pode ser o primeiro passo para sua liberdade financeira como empreendedor. Com planejamento e estratégia, você transforma seu fundo em capital e seu sonho em realidade.

Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,2%

Estimativa para o PIB é de 2,21% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,24% para 5,20% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,83%, respectivamente. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Em maio, a inflação oficial fechou em 0,26%, pressionada principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial. O resultado mostra desaceleração após o IPCA ter marcado 0,43% em abril. O índice – divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – acumula taxas de 2,75% no ano e de 5,32% em 12 meses. Juros básicos Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Apesar do recuo recente da inflação, as incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, neste mês, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária. Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba. A decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano se manteve em 2,21% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) subiu de 1,85% para 1,87%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos. Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,70 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,79. Fonte: Agência Brasil