Bolsa Família NIS final 4 é pago nesta quarta-feira (23)

A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira, 23 de julho, a parcela de julho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) de final 4. O valor mínimo é de R$ 600, mas pode ser acrescido por benefícios adicionais, conforme as regras do programa. Os pagamentos de julho seguem o calendário escalonado definido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, com repasses nos últimos dez dias úteis do mês. Em julho, os depósitos começaram no dia 18 e seguem até o dia 31, de acordo com o final do NIS. Calendário Bolsa Família – Julho de 2025 Como funciona o pagamento do Bolsa Família De acordo com a Caixa, os valores podem ser movimentados digitalmente pelo aplicativo Caixa Tem, sem a necessidade de comparecimento presencial às agências. Os beneficiários também podem sacar o dinheiro com o cartão do programa em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes Caixa Aqui. Além do valor base de R$ 600, o programa pode incluir: Com esses adicionais, o valor médio pago às famílias pode ultrapassar os R$ 600 mensais, conforme a composição familiar. Quem tem direito ao Bolsa Família? Para receber o benefício, a renda familiar por pessoa deve ser de até R$ 218 mensais. Para calcular, basta somar toda a renda da família e dividir pelo número de pessoas. Se o valor por pessoa for igual ou menor que R$ 218, a família se enquadra nos critérios. Além disso, o programa exige o cumprimento de condicionalidades, como: Como se inscrever no Bolsa Família É necessário estar registrado no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O cadastro deve ser feito nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do município. Estar no CadÚnico, no entanto, não garante a entrada automática no programa, já que cada caso passa por avaliação. Próximas datas de pagamento em 2025 Perguntas frequentes sobre o pagamento do NIS final 4 Qual o valor do Bolsa Família para quem tem NIS final 4?O valor mínimo é de R$ 600, podendo ser maior com os adicionais por perfil familiar. Como saber se o pagamento já está disponível?O beneficiário pode consultar o app Caixa Tem, ligar no 111 ou acessar o site da Caixa. Posso sacar o benefício sem ir ao banco?Sim, é possível movimentar pelo app Caixa Tem ou usar o cartão para sacar em caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. Recebo o benefício, mas não estou no CadÚnico. Posso continuar?Não. O CadÚnico é obrigatório. Famílias fora do cadastro não têm direito ao Bolsa Família. Fonte: Portal Hortolandia

De beneficiária do Bolsa Família a empreendedora, costureira transforma ateliê com crédito do Acredita

Nesta semana, o MDS publica a história de três empreendedoras que impulsionaram os negócios graças ao programa Acredita no Primeiro Passo O ateliê de Josyane do Nascimento já foi um espaço apertado, onde ela precisava interromper a costura para atender clientes. Hoje, com máquinas de bordado, aviamentos novos e até um “cantinho do café”, a costureira de 38 anos vê seu sonho de empreendedorismo sair do papel – graças ao Programa Acredita Primeiro Passo, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).  Para Josyane, o empreendedorismo foi a aposta para transformar a realidade de sua família. Inscrita no Cadastro Único e beneficiária do Bolsa Família há 16 anos, ela viu no Programa Acredita a oportunidade de dar um passo decisivo. Com o crédito, comprou máquinas, equipamentos e expandiu seu local de trabalho, otimizando a produção e planejando um futuro com mais crescimento. “Melhorou 100%. Antes, eu parava a produção para atender. Agora, tenho uma atendente na frente, minha filha, e só me chamam para o serviço”, conta.  Com o primeiro empréstimo de R$ 5 mil do Acredita, Josyane comprou sua primeira máquina de bordar, no valor de R$ 4,8 mil, e investiu em aviamentos, botões, linhas e até etiquetas personalizadas. “Os juros reduzidos facilitaram. O plano ficou bom, a gente paga sem sufoco”, explica. O apoio veio no momento certo. “Essa máquina foi o primeiro passo para eu deixar de ser apenas uma costureira e virar dona do meu negócio”, afirma. Antes do investimento, o dia a dia no ateliê era marcado por desafios que limitavam o potencial do negócio. Com a produção e o atendimento no mesmo espaço, a eficiência ficava comprometida. “Eu tinha que parar o que eu estava produzindo para poder atender o cliente”, explica. Além disso, a falta de equipamentos específicos, como uma máquina de bordar, a forçava a buscar serviços fora. “A gente terceirizava esse bordado e a gente mandava fazer em outra confecção”, conta Josiane. Essa dependência impactava diretamente no preço final, dificultando a negociação com os clientes. O resultado do investimento é visível e motivo de grande orgulho. O espaço de trabalho foi completamente renovado, ganhando a cara de um ateliê profissional e acolhedor. “Agora, o meu ateliê está ficando do jeito que eu quero que ele fique”, diz, com satisfação. “Aqui ficavam máquinas de costura e uma mesa de corte. Agora, a gente colocou o cantinho do café, do jeitinho que eu queria”. A mudança impressiona quem conhecia a estrutura anterior e se tornou um marco emocional para a costureira. “Quando a gente inaugurou, o olho encheu de água. A gente vê isso aqui, é um sonho”, relata, emocionada. “Quem viu como era antes e como está agora, sabe que realmente sai do papel”. O programa oferece crédito de até R$ 21 mil aos cadastrados no CadÚnico, com juros mais baixos do mercado. Para Josiane, foi a chave para virar empresária. “Quero contratar funcionários e ver minha etiqueta em lojas de todo o Nordeste”, projeta.   Com um novo empréstimo, Josiane planeja mais máquinas e ambiciona levar sua marca para outras cidades. “O Acredita faz o sonho sair do papel. Pode acreditar, porque dá certo. Comecei com o pé direito”, afirma. Acredita no Primeiro Passo Lançado no ano passado e coordenado pelo MDS, o programa busca superar a exclusão e promover a autonomia socioeconômica pelo aumento da renda, com valorização do trabalho e das capacidades empreendedoras das pessoas do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Fonte: GovBR Ver Post

Governo Lula habilita três novos grupos prioritários para ingresso no Bolsa Família

De acordo com novas diretrizes, famílias com pessoas em situação de rua e em situação de insegurança alimentar passam a ser prioridade para atendimento por parte do programa Portaria do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate a Fome (MDS), publicada nesta quarta-feira (9/7), determina a inclusão de três novos segmentos no rol de grupos de famílias pré-habilitadas, em condições de maior vulnerabilidade social. A medida amplia o número de famílias prioritárias para ingresso no Programa Bolsa Família (PBF). Passam a ter prioridade, famílias com pessoas em situação de rua; com integrantes em risco social por violação de direitos, em conformidade com o Prontuário do Sistema Único de Assistência Social (Suas); e famílias com pessoas identificadas pelo Ministério da Saúde, em risco de insegurança alimentar. A decisão tem como foco “ampliar a proteção dos grupos mais vulneráveis”, afirmou o ministro Wellington Dias. Ele destacou também que “as inclusões são decorrentes de um olhar articulado do PBF com outras políticas públicas”. Além disso, ressaltou que “o objetivo é aumentar o nível de proteção social, de segurança de renda e de segurança alimentar em favor das famílias que se encontram em situação de risco social”. Setor produtivo recebe tarifaço de Trump com preocupação e indignação Estas novas categorias se juntam as anteriores, cuja abrangência acolhe famílias com integrantes em situação de trabalho infantil, com integrantes libertos de situação análoga à de trabalho escravo, famílias quilombolas e indígenas, e famílias com catadores de material reciclável. A medida entrou em vigor imediatamente após a publicação da portaria, nesta quarta-feira (9), com efeitos práticos já na folha de pagamento de julho de 2025. Serão considerados, para ingresso no Programa, os critérios de elegibilidade e atualização dos dados do Cadastro Único (CadÚnico), em conformidade com o que prevê a norma sobre regulamentações complementares. Fonte: ptnosenado.org.br